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No ano 404 D.C. o
monge Mesrob Machdodz
inventa o alfabeto armênio com apenas 36 letras.
Até aquela data os
Armênios, não tendo alfabeto usavam as letras gregas e
siríacas. No século XI foram acrescidas as duas últimas
letras.
A língua Armênia
pertence ao ramo indo-europeu e é dividida em duas. Há o
Armênio oriental, falado na Armênia, e o Armênio ocidental
falado na Diáspora. A língua é a mesma, somente a pronúncia
difere. Por exemplo, na diáspora nos dizemos “o Rei Dikran”
enquanto na Armênia dizem “o Rei Tigran”.
Usarei daqui em
diante a escrita ocidental. Como podem reparar há muitas
letras que nos não temos o equivalente em português. Por isso
vou reproduzir a tabela que eu elaborei no “Pequeno Dicionário
PORTUGUÊS-ARMÊNIO” (que está a venda na Secretaria da Igreja
Católica Apostólica Armênia de São Paulo, sita a Avenida
Santos Dumont, 55 e cuja receita reverte em totalidade para a
Igreja e/ou a Escola).
-
ë terá a pronúncia do
“e” francês como, mais o menos, em livre, être.
-
ü terá a pronúncia
do “u” francês como,
mais o menos, em tu, mur, sur.
-
kh
terá a pronúncia do “j” espanhol como, mais o menos, em jamon
-
gh
terá a pronúncia do “rr” português como, mais o menos, em
garrafa.
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h
terá a pronúncia do “h” inglês como, mais o menos, em hot.
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Agora vou terminar com uma pequena frase:

(a pronúncia) : Mairig, intch bes es, lav es.
(tradução): Mamãe, você vai bem?
Falando
de Mayrig, espero que vocês já tenham lido esse magnífico
livro de Henri Verneuil que também está a venda na Igreja
Católica Apostólica Armênia.
Observação:
Para escrever com os caracteres armênios utilizados nesta página,
é necessário instalar a fonte BARZ.
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